10ª Edição

Sacituzumabe-govitecan-hziy conferiu aumento da sobrevida livre de progressão no câncer de mama triplo-negativo

por: Rodolfo Teixera
Sacituzumabe-govitecan-hziy conferiu aumento da sobrevida livre de progressão no câncer de mama triplo-negativo

Comissão científica

Aline Gonçalves
Aline Gonçalves
Bruno Ferrari
Bruno Ferrari
Carlos Barrios
Carlos Barrios
Daniel Gimenes
Daniel Gimenes
Max Mano
Max Mano

Colaboradores

Luciana Landeiro
Luciana Landeiro
Thaiana Aragão Santana
Thaiana Aragão Santana

O New England Journal of Medicine publicou recentemente um estudo avaliando o sacituzumabe-govitecan-hziy. Este medicamento, indicado para pacientes portadores de câncer de mama triplo-negativo metastático (CMTNM), melhorou de forma significativa a sobrevida livre de progressão e quase dobrou a sobrevida global das pacientes que tinham recebido pelo menos duas ou mais terapias prévias para a doença, sendo pelo menos uma após a metástase.

“Diversos avanços têm ocorrido na oncologia mamária, com perspectivas de tratamento mais focado em alvos terapêuticos específicos e com subsequente melhor perfil de tolerância, em especial entre os tumores luminais e HER-2 positivos”, afirma a oncologista clínica Luciana Castro Garcia Landeiro, que integra a equipe do NOB, clínica do Grupo Oncoclínicas em Salvador (BA). “Mas, no cenário dos tumores triplo-negativos, ainda temos muito a evoluir.”

Thaiana Aragão Santana, oncologista clínica do Núcleo de Oncologia de Sergipe (NOS), pertencente ao Grupo Oncoclínicas, diz que estes tumores possuem biologia menos favorável e comportamento mais agressivo que os demais subtipos. Ela explica que, no Brasil, o tratamento com terapia-alvo do CMTN ainda se limita aos casos de doença metastática: “Por enquanto, ainda não há pedidos de aprovação do sacituzumabe-govitecan-hziy na Anvisa. Os tratamentos aprovados pela agência incluem os imunoterápicos pembrolizumabe ou atezolizumabe em combinação com quimioterapia para pacientes que expressam a proteína PD-L1. Para pacientes com mutação de BRCA identificada, uma opção viável é o tratamento com olaparibe”.

Acesse o nosso site e leia o artigo completo com todos os detalhes desse estudo.

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