10ª Edição

Estudo GERICO analisa os efeitos da intervenção geriátrica em pacientes idosos com câncer colorretal tratados com quimioterapia

por: Rodolfo Teixera
Estudo GERICO analisa os efeitos da intervenção geriátrica em pacientes idosos com câncer colorretal tratados com quimioterapia

Comissão científica

Alexandre Jácome
Alexandre Jácome
Oncologista Clínico
Oncoclínicas - MG
Alexandre Palladino
Alexandre Palladino
Oncologista Clínico
Oncoclínicas - RJ
Gabriel Prolla
Gabriel Prolla
Oncologista Clínico
Oncoclínicas - RS
Roberto Gil
Roberto Gil
Oncologista Clínico
Oncoclínicas - RJ

Colaboradores

Bárbara Sodrés
Bárbara Sodrés
Oncologista Clínica
Oncoclínicas - RJ
João Paulo Fogacci
João Paulo Fogacci
Oncologista Clínico
Oncoclínicas - RJ

O GERICO é um ensaio randomizado de fase 3, realizado em hospitais dinamarqueses com pacientes com mais de 70 anos de idade, com diagnóstico de câncer colorretal, com expectativa de vida acima de três meses e considerados vulneráveis segundo o screening geriatric-8 (G8).

Dentre os 142 indivíduos incluídos, 58% receberam tratamento adjuvante e 42% foram tratados com quimioterapia paliativa de primeira linha. As intervenções incluíram mudanças de medicamentos (62%), terapia nutricional (51%) e fisioterapia (39%). Mais pacientes intervencionistas completaram a quimioterapia programada em comparação com os controles (45% versus 28%). A qualidade de vida melhorou em pacientes submetidos a procedimentos intervencionistas em comparação com os controles, com diminuição da carga de doença e melhor mobilidade.

“Pacientes idosos são um grupo heterogêneo, com pessoas fit a frágeis, com diversas comorbidades e tolerância variável à quimioterapia”, afirma a oncologista clínica Bárbara Sodré, da Oncoclínicas Rio de Janeiro. Por isso, o objetivo do estudo foi avaliar se esses pacientes mais vulneráveis que passaram pela avaliação geriátrica ampla (AGA), ou comprehensive geriatric assesment (CGA), conseguem completar o tratamento quimioterápico proposto, comparados aos que não têm esse tipo de acompanhamento.

“Trata-se de um estudo muito promissor, pois mostra como a multidisciplinaridade pode auxiliar o tratamento de pacientes oncológicos, que por natureza já é complexo, e quando aplicado a idosos é ainda mais difícil de ser realizado”, avalia João Paulo Fogacci, oncologista clínico da Oncoclínicas Rio de Janeiro.

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